Srta. 13

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Seres Civilizados?

Bom hoje não vou falar de softwares, ou de Diretores de Arte, de layouts, mas de algo que indiretamente também nos acompanha em nossas carreiras, pois o que quero desabafar aqui, nos acompanha a vida toda...

Desde sempre a humanidade e a sociedade são estudadas, pesquisadas, viradas do avesso e muita, mas muita coisa ainda está encoberta atrás da pantomima que é nossas vidas.

As vezes me deparo com situações muito incomodas, das quais realmente me deixam down...

Ignorância!

Isso é algo que não suporto, algo que realmente me deixa chateada, e ignorância de graça é a pior de todas, ainda mais vinda de amigos, família que são as pessoas que mais amamos e as vezes por causa desse amor se acham na liberdade de nos ferirem com as palavras, que por muitas vezes dói mais que uma bolacha na cara. Engraçado que se pararem para observar no que rola em certas “conversas”, percebe-se que o ignorante só vai piorando sua situação, quanto mais ele percebe como esta sendo ridículo mais ridículo consegue se tornar, como por exemplo:

Duas amigas brigaram pois uma tentava ajudar a outra com a câmera fotográfica, o grande causador da ignorância, foi que a dona da câmera se achava a “Fotografa”, mas nem sabia o que era um obturador, diga lá de passagem onde deixar a qualidade boa, logo foi grossa com a amiga q conhecia de tal assunto.

Ou seja, suas falhas ao serem reveladas fez com que descontasse em quem não tinha essa falha.

Outro caso foi de descontar o seu estresse, em quem não tem nada a ver com ele.

Hoje só queria desabafar pois situações parecidas com essas não deixam de acontecer... mas eu realmente desejaria que a ignorância fosse banida, mas ainda precisamos de muita evolução para nos tornarmos realmente seres civilizados.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Peregrinação

Sou formada em Desenho industrial com habilitação em Design Gráfico, apesar das rixas entre Designers X Publicitários há 3 anos trabalho com publicidade, e sou extremamente apaixonada pela publicidade, especialmente quando se trata de Below The Line, adoro tudo! Troco família, namorado, por dias e noites de campanhas com muita pizza e idéias brilhantes. Essa paixão, devo muito a uma grande amiga que foi minha assistente de arte quando obtive meu primeiro cargo como Diretora de Arte. A paixão dela por tal profissão é entusiasmaste além de super empolgante.
Em uma das tardes de revolta, ligamos para agências das quais sempre desejamos trabalhar, para marcar uma visita com Diretores de Arte e de Criação para mostrar nosso humilde portfólio.
Depois de centenas (literalmente centenas) de ligações e pesquisas no nosso magnífico Google para ter certeza com quem falar, terminamos aquela tarde com algumas visitas com hora e lugar definidos.
Primeira visita, Leo Burnett. Portfa impresso e gravado em um CD com bolacha personalizada e tudo mais, perna tremendo “Nossa, estou dentro da Leo!”, mal sabíamos a futura decepção que teríamos. Depois de alguns muitos minutos esperando, um tal de Henrique (fazia apenas um mês q estava na Leo) nos atendeu... Resumindo a conversa ele nos disse com essas palavras, “Nada disso presta, joga no lixo e começa do zero”. Saímos de lá arrasadas, nem nosso portfa no cd com bolacha feita com tanto carinho ele quis, após algumas lágrimas decidimos não desistir, afinal ainda tínhamos algumas muitas visitas agendadas.
Dessas muitas 2 destacaram-se, a primeira foi a MatosGrey, fomos atendidas pelo Guy costa, um baiano arretado, olhou tudo com muita atenção e nos deu dicas que tenho certeza que carregarei comigo pro resto da minha vida profissional.
A segunda foi na Olgivy onde a Anna teve praticamente 3 horas de aula sobre PDV com o Ricardo-Diretor de Arte, onde a atendeu na cozinha, pois era o único lugar disponível para recarregara bateria do laptop que decidiu se esgotar bem naquela hr.
Boa lembranças ficaram desse peregrinação entre as grandes agências de Publicidade São Paulo, e em Novembro deste ano, certamente tudo começa outra vez, nunca se quando a sorte grande nos parabeniza, não é mesmo?
Só fica aqui uma deixa para os Diretores de Arte que são procurados por jovens profissionalismo do ramo “conhecimento adquirido e não repassado não é conhecimento válido” e além disso se há uma pitada de ignorância e falta de humanismo, sonhos podem ser destruídos.
P.S.: Essa frase é dedicada especialmente ao Henrique.

quarta-feira, 22 de julho de 2009


Set de Bandeja ibis

terça-feira, 14 de julho de 2009

Word? Heim?1

Semana passada me ocorreu 2 momentos inéditos e um tanto quanto frustrantes, eis aqui ambos os momentos...
1º momento...
Me foi solicitado a criação de 1 folheto simples na atual agência em que trabalho, que tem um adjetivo junto ao seu nome (nome do qual não citarei aqui para não expor ninguém), que é comunicação integrada, ou seja, uma agência de comunicação, publicidade e afins. Voltemos ao caso, quando o Diretor de Criação e dono da agência me avistou executando tal tarefa no AI, começou a “chiar”, dizendo que tem “preconceito” de tal software. Achei estranho a estranheza dele, afinal já tinha avisado que sou uma profissional que utilizada os softwares da Adobe, corel só apenas quando extremamente necessário pois não tenho o mesmo domínio do qual tenho no AI, o importante mesmo não é saber executar bem seu trabalho em qualquer q seja o software? Porém, em seguida ele me diz:
- Acho melhor você fazer no PS.
Eu o indaguei com uma expressão de espanto.
- Mas e as fontes, e você finaliza tudo em PS, Fecha o PDF em PS?
Então surge a resposta:
- Fonte trabalha super bem em PS (Tá bom, desde quando?) é que gosto de trabalhos mais fotográficos (Ok, desde quando não posso fazer um trabalho mais fotográfico e usar o AI para diagramar, já q não tinha tanto texto assim?)
Fiquei pensando se ele também me falaria para usar o PS ao invés do ID par diagramar uma revista, fiquei assustada. Até hoje me foi que criação para impressão , principalmente com texto não são fechados em PS, sem contar o trampo de fazer todas marcações do PDF, q os outros softwares fazem sozinhos. Fiquei me perguntando se sempre fiz errado, afinal ele me disse que foi Diretor Arte de grandes agências em SP. Porém, neste mesmo dia tive que pegar a alteração de um Job de um colega de trabalho que estava atolado de trabalho, o job era o layout de uma camiseta, ou seja, estava sendo executado em AI, fiz a alteração, só que, um pouco mais tarde naquele mesmo dia, veio uma outra alteração deste job, onde o Diretor de criação quis fazer, então veio a pergunta:
- Em qual programa vocês estão fazendo este job?
Eu com minha ironia natural respondi:
-AHahah, adivinha?
-Nessa merda de Illustrator? Ah, mas será possível que terei q proibir o uso deste software? Pq eu não sei mexer e também não tenho tempo de aprender!
Para tudo! Quem de criação, que já trabalhou em agências de grande porte em São Paulo ainda não se atualizou, afinal, desde 2003 que a Adobe domina o mercado.
Ah, mas ainda não parou por ai, tem mais.
2º momento...
- Amanda coloquei mais 4 jobs para você.
- ok já vou ver.
Quando abri o briefing, quase tive um AVC, eram 3 arquivos em WORD e um em EXCEL. (cara, nem sei mexer mais nisso). Juro que pensei q era algum tipo de erro, mas não, de fato era para DIAGRAMAR em Word. Alguém consegue acreditar nisso? Diagramar em Word, quase chorei... e ainda era versão 2007, nunca nem tinha visto aquela interface. No final das contas , eu fiz e fiz bem feito.
Porém a dúvida continua, isso é comum em agências ou são raros casos de pessoas sem profissionalismo?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Carreira...

Complicado explicar para alguém o amor e a vontade de seguir em frente uma carreria q parece nunca chegar ao esperado.
As vezes até eu mesma fico descrente na minha carreira de Designer/publicitaria, mas o amor q sinto sobre tal é muito grande e é o q me faz seguir nesse terreno difícil, cheio de buracos e encruzilhadas... queria poder saber argumentar mais sobre tudo q vivo trabalhando como Diretora de arte, fazer meus pais e amigos entenderem com é maravilhoso fazer o q faço.
Aqui neste blog vou falar um pouco sobre minhas experiências e dia a dia de tal profissão, e quem sabe assim, conseguirei encontrar tais argmentos q tanto procuro...
É que trabalhar com criação torna-se algo muito sentimental, muito coração e essas coisas não tem razão ou explicação obvia, mas tentaremos então encontrar pelo menos algo que faça com que pessoas não desistam de seus sonhos ou q terceiras não o critiquem pela escolha que fez.

Bom dia a todos.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

De volta!

Hoje volto a escrever.
Bateu ma vontade estranha, aquelas vontades q dá assim, do nada.
esperoq assim consiga aflorar minha criatividae.

bom, aguardo para ver no dá.